Christina Volpe

Você auto sabota sua alimentação saudável?

Comer alimentos industrializados e não tão saudáveis assim é fácil, difícil mesmo é manter uma alimentação sem agrotóxicos, muito açúcar e gordura. Para quem busca o emagrecimento o fator psicológico costuma ser um ponto de atenção.

Segundo a coaching de emagrecimento, Elaine Lopes, a pessoa que tenta emagrecer costuma arrumar justificativas para comer alimentos inadequados. “Dizer que está cansada e por isso merece comer algo, dar uma escapadinha só naquele dia ou por estar triste compensar em uma comida gostosa, sempre acontece”.

Uma saladinha às vezes não é tão apetitosa como um lanche e fritas Foto: Pixabay

Uma saladinha às vezes não é tão apetitosa como um lanche e fritas Foto: Pixabay

“É importante tomar consciência dos seus comportamentos alimentares. Uma ótima iniciativa é fazer um diário, com tudo que se come (anotando qualidade, quantidade, horários) e com tudo que se pensa e sente ao comer (tristeza, solidão, tédio, medo, ansiedade)”, explica.

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A estratégia de atender os sentimentos e emoções com exatamente aquilo que está sendo pedido sempre funciona. “Se você está triste com alguém e vai comer, isso provavelmente não resolverá sua tristeza, ou pode até te fazer ainda mais triste”, diz Elaine.

Os doces costumam ser a opção principal de junk food escolhido Foto: Pixabay

Os doces costumam ser a opção principal de junk food escolhido Foto: Pixabay

A saída para uma situação emocional seria conversar com alguém ou resolver de alguma forma a situação que lhe deixou daquele jeito. Isso vale para todos os sentimentos. Comer ao estar ansiosa não fará com que você se sinta mais calma, mas se for meditar ou assistir um filme, por exemplo, talvez se tranquilize.

Um especialista é essencial para alertar e fazer a pessoa enxergar os sintomas em busca da melhora. “Nem sempre ao identificar o sentimento a pessoa irá na raiz da causa. É nesse momento que entra o especialista em comportamento alimentar, geralmente um psicólogo que poderá ajudar na identificação dos sentimentos e emoção, criando assim estratégias para driblar a tão temida auto sabotagem”, finaliza a coaching.

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Christina Volpe
Comecei como corredora, depois me tornei jornalista e repórter do Webrun. Hoje sou editora e convivo diariamente com o esporte há 3 anos. Meu coração bate mais forte toda vez que um atleta conquista seu objetivo, uma corrida acontece e assisto uma competição emocionante. Sempre estou aprendendo e dando meu melhor.