Segunda-feira, 22 de abril de 13 - Descobrimento do Brasil 513 anos - Faltam 76 dias
Ontem participei da
Corrida Série Delta, Etapa Índia na região do
Museu do iPiranga em São Paulo.
Meu problema para a data é que teria festa na escola do meu filho, normalmente as festas são após o almoço, mas dessa vez era de manhã e eu só descobri depois de inscrito na prova.
Correria para a corrida. A prova estava marcada para largar às
07:30 e eu inscrito para correr
5km, se nenhum imprevisto acontecesse daria tempo de correr, voltar, tomar banho e sair para a festa. Acordei mais cedo que o normal para chegar mais cedo e conseguir uma vaga mais próxima a saída. Tudo com pressa, pensando em não atrasar ou atrapalhar o que seria a parte mais importante do dia.
A festa da família na escola.
Fui com o amigo
Clóvis, chegamos cedo, a inscrição estava correta no
pelotão Quênia, um friozinho chato na manhã paulistana e faltando poucos minutos para o horário deixamos as mochilas no guarda-volumes e partimos para a largada.
A largada é no
parque da Independência rumo a avenida Nazaré, para quem não conhece, é uma bela
SUBIDA.
A largada atrasou alguns minutos, não foi para ouvir hino nacional e muito menos em homenagem às vitimas do
atentado em Boston. Simplesmente atrasou, como muitas vezes acontece.
Larguei forte com objetivo de manter o ritmo ao máximo que aguentasse, sabendo que podia pagar no final, onde a chegada também seria em subida. Após passar o
1°km fui ultrapassado pelo
Clóvis e pela primeira colocada nos
5km feminino,
Olivia Fernandes, mantive-os na minha mira como alvo até a entrada do Museu, faltando
300 metros para o fim de prova, olhei no relógio e vi virar os 20 minutos, desacelerei e cheguei contente. Logo atrás chegou a
2ª colocada e amiga Denise Silva, parabenizei-a e parti para a minha 2ª corrida. A corrida para ir embora.
Medalha, isotônico, toalhinha, banana e maçã em mãos, encontrei o
Clóvis e partimos para o guarda-volumes.
Devo ter tirado 5 ou 6 fotos com o celular antes de deixar a mala no guarda-volumes. Logo mais no
face.Ao chegar, os
Staffs estavam ainda arrumando a ordem dos últimos que deixaram seu pertences por lá e nossas malas não estavam na ordem ainda, começou então a busca pelas malas, todos os
staffs começaram a agilizar o processo e em poucos minutos encontramos as malas e partimos. Foram prestativos e foi até divertida a busca, apesar da minha pressa.
Dessa vez, fomos mais rápidos que os organizadores do guarda-volumes. Com certeza foi a corrida que fiquei menos tempo na arena da prova de
TODAS as que já participei. E são quase ou mais de 300.
Por que então falar de guarda-volumes? A noite, olhando no facebook sobre as conquistas e provas dos amigos, a reclamação era recorrente sobre guarda-volumes, não exatamente o da Série Delta, que acredito que em poucos minutos conseguiu colocar tudo em ordem, mas o da
Mizuno 10 Miles que aconteceu no Jockey Clube. Muitas reclamações e algumas dizendo que tiveram que esperar incríveis
1H40 minutos até que as malas fossem encontradas. Mais tempo que o demorado para concluir a prova de
16km.
Infelizmente, algumas provas pecam no quesito guarda-volumes, eu nunca usava com receio de perder meus pertences ou mesmo perder tempo. Porém, com a enorme quantidade de ocorrências com os carros no entorno das corridas e a falta de segurança comecei a utilizar quando as assessorias amigas não estão presente nas provas ou quando preciso ir embora rápido.
Fica a dica para os organizadores capricharem mais no treinamento dos
staffs dos guarda-volumes, porque realmente é triste e revoltante a forma como alguns tratam os corredores.
Voltando a
Série Delta, o percurso é duro, o clima ajudou quem gosta de friozinho e praticamente não vi nada além.
Realmente ainda
não me convenci porque saí da cama na manhã fria de domingo para correr tão pouco tempo e ficar tão preocupado em não atrasar o dia da família.
No final,
gostei pela performance. Meus treinos malucos na esteira estão surtindo efeito.
#aisim Colucci13@antoniocolucciSobre o
cancelamento do Hero Cross, a jornalista
Patricia Julianelli da
Revista Runners World conseguiu falar com o
Sr Adriano, e realmente o
CALOTE ESTÁ DADO, é assustador como as pessoas tem total noção sobre a
impunidade no nosso País, esse que está completando
513 anos do descobrimento hoje. Foi descoberto, mas falta ensinar dignidade e respeito para uma grande parte de brasileiros, principalmente os que moram ou frequentam muito os países ditos de 1° mundo.