Harry Thomas Jr. é um apaixonado por esportes. O paulistano compete desde 1995 e já completou 17 maratonas, sendo três sub 3 horas: São Paulo (2h59min30), Nova York (2h58min20) e Blumenau (2h58min10). O Administrador, é sócio e Publisher do Webrun.
São Paulo - (motorzinho...) – Para quem olha a pequena e linda por natureza pode já ir logo pensando besteira em meus elogios para a mocinha. Mas para quem é usuário do Twitter e em especifico na turminha bacanuda do #TwittersRun sabe que nossa mineirinha Carol é muito mais que um rostinho bonito. Beleza é só um dos atributos da mineirinha.
Esse post, ou melhor esta é uma simplória homenagem para pessoas do bem, para gente preocupada com o sofrido povo brasileiro, pessoas que não ficam somente nas palavras, e vão sim atrás de seus sonhos, mas para isso, pisam em lama ao invés de tapetes vermelhos, entram em barracos ao invés das torres de marfim, enfim, Carol é uma dessas pessoas mesmo tendo todos os atributos para passar ao largo da pobreza que nos assola.
O insight deste post nasceu em cima deste triste vídeo. O que pode parecer algo engraçado a primeira vista tenho quase certeza que enfurece Carol, a ex-dentista. Como assim? Ex-dentista? Profissão, que no meu tempo de faculdade era a senha para ter uma vida confortável, afinal estava nos tempos do celebre disco dos Titãs: “Jesus Cristo não tem dentes no país dos banguelas”.
Fui descobrir o que era um ex-dentista em Belo Horizonte um dia antes da última Volta Internacional da Pampulha, ocasião que tivemos um jantar de massas para dezenas de pessoas e na qual fui apresentado para aquele sorriso fácil.
Chovia torrencialmente e Carol me ofereceu carona a bordo de seu guarda-chuva. E eu, claro, não poderia perder a oportunidade de satisfazer minha curiosidade. “Como uma pessoa tão nova pode ser ex-dentista?”, incrédulo perguntei. “Não atendo mais em consultório, hoje só pesquiso”, vou te enviar um currículo para você entender o que eu faço.
Confesso que correr uma maratona não cansou tanto quanto ler seu currículo da Capes, páginas e páginas de cursos, seminários e ações voltada à saúde pública bucal do nosso povão. Em outras palavras: amor. Só assim posso definir certos pesquisadores que longe do Grand Mounde enfiam o pé na lama para que cenas como esse vídeo sejam erradicadas do Brasil.
Óbvio que na hora não pude deixar de comparar a outra beldade que havia conhecido há pouco tempo: “Putz essa é a segunda Doutora (Carol é Doutoranda), bonita e corredora que conheço nos últimos três meses, pior – ou melhor – que focavam suas pesquisas em saúde pública”. A outra PhD é uma pessoa especial para mim, que os leitores deste blog já conhecem: Ana “Algoz” Veiga.
Algoz, entre os pesquisadores brasileiros pode dizer que atingiu o top da carreira para cientistas sub 40 anos. Basta olhar a fotinho aqui, onde papou o prêmio máximo de pesquisa cientifica do Brasil.
Carol que trilha os passos de Ana ainda precisa ultrapassar alguns obstáculos para quem sabe um dia repetir o feito de Algoz. Um dos passos foi dado nesta semana. Carol foi aceita para dar continuidade em seu PhD lá na Uniban, ops, quero dizer, na Harvard School of Public Health onde está desde terça-feira.
Por um lado os twitteiros estão desolados embora os twittes vindos dos 3ºC negativos continuem, mas particularmente fico feliz pela amiga, não pela pompa harvardiana, mas sim porque sei, que todo esse glamour será revertido em trabalho pesado para que em um dia a cena de uma pedra substituindo um doutor jamais se repita.
O Brasil precisa de mais Anas Algoz e de mais Carols! 
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São Paulo – (Nas pistas...) – E o ex-piloto da F1 Williams Antônio Pizzonia divulgou na segunda-feira em seu twitter (@AntonioPizzonia) que irá participar do Triathlon Internacional de Santos, o principal triathlon olímpico disputado no Brasil.
Preocupado com sua preparação da temporada de automobilismo que se inicia em março twittou: “Janeiro e fevereiro todo de muito treinamento e suor. Minha preparação física é muito importante dentro do carro. Meu foco mesmo é a minha temporada que começa em março. Para isso sim eu tenho que estar 100%”.

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PS. Postado originalmente em 20/06/08
Foto: stock.xching
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Nos metros finais - Foto: Fernanda Paradizo
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São Paulo – (a primeira do ano...) – O ano era 1999 e viajamos no mesmo ônibus para Blumenau. Eu para cobrir a primeira temporada brasileira de maratonas pelo meu site que foi o pioneiro em corridas de rua do Brasil, o maratona.com.br, ele para sua estréia na nobre distância.
Ao cruzar a linha de chegada sub 2h30 fui o primeiro a cumprimentá-lo. Ali ele já virava notícia no mundo. Sim, por que até então era um triathleta, e tinha acabado se tornar o mais rápido triathleta a correr uma maratona ao redor do planeta.
Mais de uma década se passou e o triathlon virou passado para ele e vieram inúmeras vitórias em suas incontáveis corridas. Confesso que me tornei um certo critico desta enorme quantidade de corridas que fazia. Às vezes entre suas provas tinha espaço de somente 12 horas entre elas.
Sua reposta entretanto se dava invariavelmente com vitórias e muitos pódios. Apesar da crítica contida ao atleta sua pessoa gozada do mais alta reputação comigo, fruto do respeito mútuo que começou naquela viagem em terras catarinenses e atravessou todos esses anos.
Demorei muito para dar o braço a torcer, mas podemos dizer, que ele conseguiu me dobrar no último Campeonato Mundial de Atletismo ao ficar na 20ª colocação entre os melhores do mundo.
Amanhã Adriano Bastos tentará o heptacampeonato na Maratona da Disney e espero que consiga a vitória.
Porém em seu regresso, vou estudar seriamente junto aos meus advogados como faço para ganhar os meus royalties. Ou vocês acham que não foi o primeiro cumprimento em sua primeira maratona que desencadeou toda essa "sorte"?
Boa sorte Adriano! (na volta agente se fala).
Conquista o hexa em 2009 - Foto: Fernanda Paradizo
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Lula e Algoz - Foto: Arquivo Pessoal
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São Paulo - (ossos do ofício ou do oficial?...) - Juraci deve estar cantando: "Me lembro quando era só brincadeira, fingir ser soldado à tarde inteira"...
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São Paulo - (xará...) - Belo presente ganhei da Paradizo. Pensando bem, na próxima Maratona de Nova York que fizer, seja lá que milênio for, emendo Harrisburg na sequência.
Harrisburg a maratona que não é minha por uma letra só!
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A bem verdade que jamais vi um cara twittando a 300km/h em Interlagos. Comigo, em minha perna mais rápida ele twittou a 4min22, e li um tweet que informava algo como 4min07 (o recorde ontem foi 3min40).
Não é a toa que criaram os #twittersrun.
Vai para meus causos de corrida. Foto: Theo Tibeiro
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Arquivo pessoal - Nelson Evêncio
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Foto: Angelo Binder
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