Login Meus Pedidos Webrun Mobile
000 itens | R$ 0,00    |   Fechar Pedido  
Harry_Thomas_Jr
São Paulo, SP

Blog do Harry

Blog do Harry


Harry Thomas Jr. é um apaixonado por esportes. O paulistano compete desde 1995 e já completou 17 maratonas, sendo três sub 3 horas: São Paulo (2h59min30), Nova York (2h58min20) e Blumenau (2h58min10). O Administrador, é sócio e Publisher do Webrun.

722 votos
Este blog possui 46 seguidores.
Siga este blog, informe seu e-mail:
Este é um blog pessoal e não reflete, necessariamente, as opiniões do Portal Webrun


Já deu saudades


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 25/11/09 às 09:06 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo - (A corrida...) – E hoje faz 30 dias desta largada aí. Os últimos 10k dos 600k que marcaram para sempre quem dele participou.


 

Foto: @NikeCorre/Nilke do Brasil

link deste post | enviar por e-mail | comentários (2) | comentar

Um pouco da emoção para você


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 05/11/09 às 14:44 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo - (emoção...) – Acho que era esse vídeo, que foi disponibilizado hoje pela Nike, que estava faltando em minha cobertura do Desafio 600k SP-Rio. O vídeo conseguiu fazer eu retornar, literalmente, em vários trechos da mais pura emoção.

 

Uma verdade para mim ficou inconteste: há um Harry antes dos 600K e um Harry depois...

 

Assista e deixe sua opinião!

 

 

link deste post | enviar por e-mail | comentários (8) | comentar

Epílogo de uma saga chamada 600k


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 22:59 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 31/10 - (já estou com saudades...) Foram poucos mais de 60 mil palavras rascunhadas nestes 6 dias no qual procurei passar para você meu leitor um pouco da emoção que senti no Nike 600k.

Gostaria de deixar registrado meu agradecimento a Nike do Brasil, em especial, ao Tiago Pinto e Christiano Coelho que sonharam com um evento sem precedentes na história brasileira. Trabalharam arduamente por meses e conseguiram fazer a maior e melhor corrida do Brasil.

Agradeço ainda aos demais envolvidos: ao Paulo Carreli, da excepcional Iguana Sports, a Chiptiming, aos anjos que nos protegiam, aos staffs que não nos deixavam nos perder pelo caminho e sempre nos incentivavam, e a todo pessoal que aturou a demora dos laterninhas dos 600k.

Parabéns ainda a todos os atletas, e em especial, a equipe Nike Mulheres que nos proprocionou momentos da mais pura emoção. Entre as meninas agradeço a Ana Beatriz, minha Algoz, que fez eu não ter vergonha de perder.

E por último, e mais importante, a você meu leitor que me acompanha no dia a dia. Você pode ter certeza que és o grande motivo para que eu coloque o tênis nos pés e saia correndo por aí para poder sempre ter sempre algo de novo para transmitir.

The End

link deste post | enviar por e-mail | comentários (7) | comentar

As palavras de Mário Sergio


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 22:59 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, manhã de 26/10 - (palavras para se guardar...) – Foram essas as palavras do técnico Brancaleone para seu Corredor X, após concluirmos o Desafio Nike 600k SP Rio:

 

“Harry a garra em pessoa que fez com que nossos paces melhorassem muito e contagiou  à todos com sua chegada sempre com muita energia e comemoração. Em Santa Cruz (minha último perna) também viu Airton Senna, mas quem não o veria nestas condições?”

 

Grande Mário Sergio foi um grande prazer e como eu disse:  se antes sabia que você era bom, hoje tenho certeza.!

 

link deste post | enviar por e-mail | comentários (1) | comentar

Um novo amigo


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 22:55 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 25/10 às 8h40 - (não mereço...) – Gostei de todos Brancaleones, alguns já conhecia outros não. Porém me identifiquei com um em especial: Eduardo Elias, apresentador da ESPN.

 

Rimos bastante e  notei que ele gostou da minha pessoa. Ele cruza a linha de chegada dos 600k e nos cumprimentamos. Ele chama o fotógrafo e diz: “Quero tirar uma foto com você”.

 

Acho estranho as pessoas me procurarem para fotos. Na última Running Show um corredor ficou de prontidão no estande do Webrun me aguardando. Ele queria por queria tirar uma foto com o Harry. Sinceramente, essa ficha ainda não caiu. Já escrevi inclusive um post há tempos: “Não sou um pop star”, no qual falo que sou normal, alias, sou anormal. Que diga meu chip.

 

O fotógrafo faz o clique quando então Edu me abraça e desaba em choro profundo e me repete por inúmeras vezes obrigado, obrigado, obrigado! Diz ele, que eu o ensinei o jeito alegre em correr. Fico sem palavras....

 

Meu bródi sou quem agradeço seu carinho e respeito!  

link deste post | enviar por e-mail | comentários (5) | comentar

E agora José?


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 22:37 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 25/10 às 8h30 - (post dedicado a amizade...) – Já postei no início, sobre como terminei a Nike Human Race. Corri bem e conclui os 600k melhor do que esperava. Estou ainda a procura do resultado desses 10k. Oxalá que seja pela casa dos 43 minutos como parece que foi.

 

Cruzo a linha de chegada feliz. O Capitão Sergio que está na chegada fica alegre com o corredor X que ele comandou. Mario também. Aguardo a equipe, nisto vários e vários corredores que conheço há anos chegam. Cumprimento um a um.

 

Depois vejo um atleta que esbarro nele desde 1996. Corredor dos bons. Estranho que sempre tivemos uma máscara entre nós. Sempre nos olhamos – encaramos por melhor dizer -  olho a olho e aquele cumprimento fraterno de corredor para corredor, ou mesmo um aceno de cabeça jamais veio.

 

Sem ter o porque da rixa, pois jamais disputamos sequer uma única posição em corridas, nunca trocarmos uma única palavra ou ofensa, sem sabermos ao menos nossos nomes. Simplesmente, por 15 longos anos nos encarávamos feio. Mais uma vez ele estava a minha frente. Olho para ele e que me olha nos olhos. Olhar bravo de ambos como em todas outras vezes.

 

Me dirigo a ele e falo: “Me dá um abraço!” e que sou correspondido fraternalmente. Descubro depois de 15 anos seu nome: José Fabrício, conhecido como Zé, figura fácil no meio.

 

Os 600k mais do que própria superação física e mental, me ensinou a ser mais humano. Me ensinou, a ser uma pessoa melhor, me ensinou que a humildade é uma virtude, uma grande virtude.

 

Parabéns Zé, meu novo amigo, parabéns pelos 600k!

link deste post | enviar por e-mail | comentários (5) | comentar

O Rio era aqui


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 21:19 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 18h45 - (post dedicado a Mário Sergio Andrade Silva) – Finalmente chegamos ao último PC com o mar a nossa frente, e nada mais justo que entregar para nossa puro sangue Lú Macias (a corredora que não amacia) a conclusão dos 590km, e assim foi, chegamos na Praia do Pepê horas antes do corte final.

 

A única decepção é que não poderíamos atravessar todos ao mesmo tempo o pórtico. Para  nós ali acabava o sufoco, praticamente era o fim. Para a organização ali era só mais uma chegada de final de dia. Quem quisesse chegar junto que o fizesse na Nike Human Race.

 

Fotos, cumprimentos, sorrisos, mas ainda poucas lágrimas. A ficha ainda não tinha caído. Entramos pela última vez na Van #20. Rumamos para São Conrado (5 km da Human Race) e onde localizava-se nosso hotel.

 

A rotina se repetia. Check in, banho, massagem, e uma conversa aqui outra acolá. O clima aqui era festivo já que a Nike montou uma big estrutura para esse dia, pois era lá que acontecia a entrega dos 5.500 kits dos participantes da Human Race, com direito a show room e vendas de produtos, laps tops espalhados para ver o desenrolar da prova, DJ e mais outras atrações.

 

Encontro minha editora a Donata Lustosa como combinado. Antes de jantarmos fazemos algumas entrevistas entre os quais com o Dr. Paulo Zoghaib e as irmãs triathletas que competiam pelas Mulheres Nike – sempre elas.

 

Vamos jantar. Sento na mesa junto aos jornalistas que cobriam o evento. Alguns já conheciam, outros não. Uns me olhavam com admiração. Fico contente quando um deles me conta que tinha se inspirado nos Brancaleones e iria começar a treinar sério.

 

Vejo na outra mesa o meu ex (sempre) técnico Vanderlei Branca Severiano com sua esposa Érica Fujyama. Peço licença aos jornalistas. Vou falar com Branca e dou um abraço e beijo como sempre faço.

 

Agradeço por ter me ensinado a correr, lembro ainda do outro Wanderlei, o de Oliveira – técnico atual – sem ambos a saga dos 600k não seria possível. Esses são técnicos de anos mas Mário em semanas também soube tirar leite da pedra.

 

Obrigado aos meus (três) técnicos!

Mário Sérgio é técnico dos bons. Antes achava, hoje tenho certeza. Foto: Caio Guatelli/Nike

link deste post | enviar por e-mail | comentários (3) | comentar

Karno estava certo


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 19:20 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 17h15 - (trecho dedicado a Dean Karnazes...) – Os PCs estavam passando um mais rápido do que o outro. E agora já podíamos avistar a Pedra da Gávea à frente. Ao lado direito aquele horroroso Shopping Center que tem a Torre de Piza (!), a estátua da Liberdade (!!) e a Torre Eiffel (!!!), meu Deus quanto mal gosto, que certamente, receberia de twitteiros a tag #fail, mas nada dessas aberrações alteravam meu humor, paramos e nem sinal das Mulheres Nike.

Nesta hora me lembro de um cara que me inspirou quando a dor me assolava durante o Desafio 600k, e que na noite de autógrafos de seu livro aqui em São Paulo, fez uma cena para o Harry, que jamais vou esquecer. Quem viu viveu e quem viveu viu.

 

O nome deste cara é Dean Karnazes, celebridade mundial que tive a honra de correr 35 km algumas semanas antes do Desafio da Nike.

 

A curiosidade é que Karno por duas vezes nas horas que corri com ele parou em McDonalds e devorou Big Mac, e nós da Imprensa, fizemos o mesmo. Cansados de barrinhas, bolachinhas e balinhas ver um McDonalds em frente ao penúltimo PC foi como ver um 3 estrelas do Guia Michellin dando sopa, com o perdão do trocadilho.

 

O que vi foi grande parte dos jornalistas Brancaleones sacando dinheiro de suas carteiras para comprar, batatas fritas (meu caso), sanduíches e qualquer outra coisa que tivesse gosto, fosse salgado e quente.

Bruno Cortes recebe o bracelete, pronto, só teríamos mais uma transição. 
link deste post | enviar por e-mail | comentários (1) | comentar

Cadê meu Forerunner?


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 31/10/09 às 14:36 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 14h00, - (dedica aos cucas frescas....)  - Depois de me saborear com o atum, aguardava a Karine que corria a perna na seqüência da minha. Ela sofreu demais pois pegou lá seus 40ºC, seguramente. Chega e cai no choro. Deita-se ficamos preocupados, a ambulância é acionada, como somos os últimos ela estava próxima.

 

Jogamos água em sua cabeça. As  demais equipes ajudam também. Eu corro até a van para trazer uma toalha que servisse de travesseiro. A ambulância chega, e Karine mostra que só estava cansada. Era como imaginei, só um susto.

 

Nos dirigimos até o PC 70 caminho em que revirei minha mochila. Caraca. Cadê meu Forerunner? Que só senti sua falta quando fui o startar no trecho contra minha Algoz. Cadê meu chip Harry? Eu já achava que tinha passado dos limites com a dupla perda do Sport Band. Por isso não queria dar trabalho a ninguém – certo Fábio e Apa? .

 

A van para no acostamento em frente uma loja de artesanato, que ficava em um posto na Av Brasil na saída da Barra da Tijuca. Deixei todo mundo ficar a vontade e como quem não quer nada me abaixei para ver se aquele “pequeno” GPS estava debaixo dos bancos. Eu tinha uma leve impressão que ele estava no carro de apoio, mas esse estava longe levando corredores para as próximas pernas.

 

Nesta hora éramos nós e a meninas da Nike, ou melhor, Mulheres Nike. Sentei em uma das mesas que estavam a venda. Tirei meu lap top e twittei os últimos minutos que a me restava da bateria, meu tweet foi:

 

#600k - Estamos no PC 70 junto com as Meninas Nike e já na cidade do Rio. Tamo chegando! 3:43 PM Oct 24th from web.

 

E nos divertíamos com um coroa bem doido que tomava conta do point, um mirradinho mulato de bigode vermelho que estava numa manguaça só. Perguntei seu time e ele disse Flamengo. Malandro como conta a lenda carioca, o homem não perdia tempo e virou atração junto as beldades Nike.

 

Van da Nike parte, Yara chega e vamos para o PC 71.  Seria minha vez. Paramos na Av.das Américas perto do trevo da Pedra de Guaratuba. Vejo o Celtinha. Pergunto para o piloto do apoio se ele viu meu chips, quero dizer, meu Forerunner. Ele responde que não.

 

Entro no carro e para alegria do Pedro o chip estava lá no console.
link deste post | enviar por e-mail | comentários (2) | comentar

A Professora com Carinho


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 30/10/09 às 21:38 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 14h00 - (post dedicado a minha Algoz...) – Depois de conhecer e me deliciar com o ar condicionado da UTI fui para a van. Quem enfrentava o inferno da vez era minha querida Karine Cesar (Corpo a Corpo), que correu muito neste Desafio.

 

Ela parte para seus 6,45 km e entregaria bola da vez para a Yara Achôa. Paramos num posto de gasolina que seria nosso PC próximo a Pedra de Guaratuba. Lá havia mais duas vans, além da nossa: a da equipe Dersa e das Mulheres Nike. O clima de camaradagem é o ponto alto. Lembro de ver Mário Sergio cedendo um saco de gelo (valia ouro na hora) para o pessoal da equipe Dersa.

 

Quem vem buscar o gelo é ninguém menos, ninguém mais que uns dos maiores triathletas  que esse país já produziu: Alexandre Manzan. Ele, acredito, não me conheça. Chego junto e falo: “Oi Manzan”, assim, ele saberia que eu sabia com quem estava falando. “Você tem sorte que eu não estou bem treinado, porque senão você ia sofrer comigo”, solto uma das minhas pérolas. Ele dá uma gargalhada ao escutar aquela heresia, abre um enorme sorriso e damos um efusivo aperto de mãos.

 

As Meninas Nike nos olham (aqui vai parênteses: eu como surdo tenho uma leitura corporal que deixa no chinelo muito ouvido bom). Percebo que elas estão felizes, mas acredito que perplexas. Sim demos trabalho. Olho pra para um lado e para outro e procuro minha Algoz não a vejo.

 

Vou me  hidratar um pouco mais, quando então, a vejo entrando na loja de conveniência. Fico onde estou. Espero ela sair. Andamos frente a frente e nos abraçamos e damos nossos parabéns mútuos, e melhor, sinceros. Sinto isso da parte dela, porque da minha o era.  Ainda lhe agradeço a disputa no fair play, e lhe confidencio: se fosse qualquer outra das atletas da MN que tivesse me ultrapassado eu teria ficaria bravo, mas que ela era minha bródi, e, que aquele momento jamais esqueceria.

Foi então que ela saca uma lata de atum na qual vinha saboreando. E eu adoro atum. Ela me oferece uma vez, digo que não descia naquele calor. Falamos da temperatura e de como sofremos. Não tiro o olho da lata de atum. Ela percebe. Me oferece, mais uma vez. Aceito por educação (ou gula).

O atum que foi levado a minha boca, via aviãozinho de garfo pilotado pela minha Algoz, estava ótimo, mas, no calor e misturado com Gatorade não desce mesmo...


Essa eu tenho certeza: é Federal!   



 

Professora Algoz e eu, logo após a Human Race: Foto: Donata Lustosa 
link deste post | enviar por e-mail | comentários (5) | comentar

Dedicado aos meus leitores


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 30/10/09 às 19:37 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 13h00 - (obrigado leitor!....) - Eu sempre fui competitivo, e às vezes sentia uma pontinha de inveja das equipes lá da frente que disputavam posições. Mas no terceiro dia como já contamos, a equipe Imprensa poderia  pela primeira vez ficar em penúltimo lugar, nem que fosse por uma das 76 etapas da competição.

 

A primeira vez que isso ficou crível foi no PC 62. Neste PC as equipes correriam em dupla. Na Imprensa Apa e Eduardo Elias e na equipe “adversária” a Nike Mulheres (NM), a editora da revista Go Outsite, que é minha amiga pré-Webrun a Andréa Estevam, e outra que não conheço formariam a dupla feminina.

 

E lá vão as duas duplas. Tempos depois alcançamos a Imprensa, e provavelmente, o Mário deu seu “vai Iuri” e 100 metros adiante lá estavam as duplas da  NM.

 

No PC 63 confesso que fiquei desapontado que os dois não passaram a dupla NM, mas fizeram bem, vendo por outro prisma. Estávamos fazendo pressão sobre elas. Isso já era importante.

 

Nossa dupla passa o bracelete para nosso mineirim Renato, que dá para Fábio que transfere para Bruno e que sob forte torcida uniformizada entrega para nosso puro sangue: Lú Macias.

 

Agora sim seria a hora da verdade. Mas, havia “um (ns) porém”. Eram mais ou menos meio-dia a temperatura já passava dos 35ºC e no asfalto isso se elevava. Lú correria 6,97km e, sairia de 160 metros de altimetria, subiria uns 2km até 240 metros e despencaria até o nível do mar lá pela altura dos 4,5km. Fora tudo isso, Lú nossa heroína do dia,  saiu uns 4 minutos depois da oponente.

 

Passamos pelo Iuri, ops, pela Lú já na retona. Ela estava uns 300 metros atrás da outra corredora. Estrada de trânsito pesado e pior: estrada em obras – a mesma porcaria que peguei – sim, porque estradas em obras quer dizer concreto, fuligem, pedrinhas soltas entre otras cositas más.

 

Chego ao meu PC 67. Meu trecho seria de 7,41 km trecho totalmente plano por essa estrada que relatei acima. Confesso que ali eu tremi ao ver quem seria minha oponente.

 

O Corredor X aqui duelaria com Corredora X delas, que no caso,  era a Maria das Graças, a minha amiga Graça, esposa do nosso querido Tião Moreira. Para quem não sabe ou é new runner, Graça venceu inúmeras competições, inclusive, uma das edições da Maratona de Blumenau com 2h42min.

 

Pronto f@#d&!. E pra piorar tudo. Eu estava escalado para mais uma perna de 6,45 km no PC 71. Mário Sergio me chama e joga um balde de água fria na minha cabeça. “Esquece a competição! Está muito quente (38ºC)!”. Confesso que eu queria competir.

 

Lú alcança sua oponente, e melhor, ultrapassa. Pela primeira vez não éramos a equipe lanterna. Essa ultrapassagem se dá a uns 100 metros da transição. Devo tirar o chapéu para a técnica das Mulheres Nike, a Ariane Malohlava, com sua estratégia, ela sem saber tirou minha concentração.

 

Fiquei preocupado com Graça, mas quem se apresenta na área de transição para largar é minha Algoz. Engraçado essa gaúha de Porto Alegre foi uma das poucas mulheres da badalada Mulheres Nike que eu conheci logo de cara. Isso lá Congresso Técnico.

 

Ahh sim, concordo: linda, maravilhosa, mas até aí Neves morreu de “xaveco”. E eu já fui falando logo para ela que seus olhos verdes eram lindos e que era a cara da atriz Mônica Carvalho, ou não? Nos tornamos “bródis”. 

 

Pego o bracelete e uns 10 segundos a Algoz faz o mesmo.  Soltei a bucha. Vou para o tradicional check-list. Estava com a pulseira do Sport Band mas sem o gadget, o jeito era startar o Forerunner...

 

Mas que Forerunner cara palita? Putz, onde eu coloquei meu Forerunner? Haaarrryyyy cadê meu chips? Mas a grande burrada foi não levar isotônico. Agora era tarde.

 

Meu vôo será cego. Desço a lenha e pela primeira vez faço algo que jamais fiz em uma competição. Olho para trás. E lá vinha ela a uns 15 metros. Aumento o ritmo para tentar quebrá-la. Estava sem croniometro, então peço para o anjo me dizer a que horas saímos do PC. Ele responde que foi as 13h05.

 

Corremos cerca de dois quilômetros a van #20 passa e eu ainda sou o líder.  Mas sinto que ia quebrar. A Algoz se aproxima e é nesta hora que vejo que não merecia estar à frente dela.

 

Saio da linha de frente dela. Gesticulo com a mão esquerda como um cavalheiro que dá passagem para uma dama em um baile de gala. Indico-lhe “pode” (até parece que eu estava em condições de escolher algo) passar, ela emparelha. Lhe digo: “vai, para mim não dá mais” bato palmas” e são 5, 10, 15 metros que ela abre num piscar de olhos.

 

A esperança é última que morre. Nesta hora começo a fazer inúmeras manchetes e uma confesso que uma me deixava um tanto triste: “Harry perde a liderança da equipe imprensa”. Pensava sempre nos leitores do Webrun, e que entre muitos desses tem parcela cativa aqui no Blog do Harry, a esses que chamo de “minha blogaiada”, penso também nos @twitersrun, grupo de twitteiros corredores que parece que se conhecem a milênios..

 

Mas enfim, a liderança que foi conquistada com muito suor literalmente, foi perdida da mesma maneira com garra e suor. E isso me dava forças e coragem para saber perder e esquecer das "manchetes" do dia.

 

Mas o negócio era não perder o contato visual. Dou uma forçada e sinto a distância diminuir, mas não tinha condições de manter esse ritmo mais forte. Ela chega a abrir uns 50 metros de distância. Aquela estrada me enfurecia com seus cones e resto de concretos pelo acostamento. O pior em várias oportunidades com os carros parados e queimando óleo e a temperatura lá em cima.

 

Meu último suspiro se deu no sexto quilômetro mais ou menos (ah, que falta do GPS) quando eu perguntava pro anjo, cadê a transição. Como não li o regulamento em sua totalidade não sabia se podir ter esse tipo de ajuda (informações do anjo), e meu fair play estava elevado.

 

Consigo ver a transição a 1 km  mais ou menos e digo: “deu para mim”. A velocidade cruzeiro foi deixada de lado. Corro o tanto que dá para ver minha Algoz abrir uns bons 200 metros. Se eu fosse buscá-la não conseguiria fazer minha última perna.

 

Finalizo estafado. Aceito a ajuda do médico e peço água e gelo. Sento na ambulância. Fecham as portas, ligam-se o ar condicionado para refrescar daquela temperatura dantesca.

 

Me refresco uns 5 minutos. O técnico Mário Sérgio me elogia. Peço desculpas por perder a liderança. Ele diz que corri bem. Fizemos umas contas toscas do tipo saí em tanto, parei em tanto, no qual concluímos que os 7,45 km mais difíceis de minha vida eu tinha feito entre 34 a 35 minutos (não oficial).

 

Estávamos em Santa Cruz,  bairro da Grande Rio, nada mais deteria o Exercito Brancaleone...
link deste post | enviar por e-mail | comentários (6) | comentar

Dra. Queniana: a passada mais bonita dos 600k


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 30/10/09 às 14:49 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 25/10 às 9h00, - (reloginho...) - Se antes eu achava, agora tenho certeza: a Dra. Queniana é descendente de africanos. Além de ter a passada mais bonita que conheço, corre como fundista etíope, tem fôlego de eritreiana, mas ela não bebe água, como uma marroquina do Saara, isso fiquei sabendo quando lhe oferecia água, sempre recusada.

 

O mais insólito é que a Dra Queniana que fez os 600k na equipe da Run&Fun ao final de Human Race me disse: “Obrigada!”. Pô, Dra. Queniana! Sou eu quem devo agradeçer seu pacing africano (ops, mas falemos baixo porque a Iaaf pode não gostar, pacing é proibido).

 

Embora Dra. Queniana e o Professor Robertinho (esse corre com a cabeça antes de tudo) tenham me mandado soltar por várias vezes, eu dizia que ia com eles até o fim, era o meu desejo. Sinto não ter cumprido a promessa. No quilômetro 8km - ou seria 598km? – os 600k me chamavam.

 

Mas preciso ficar bem na fita coma Dra. Queniana. Quem sabe,  seja ela a médica cirurgiã-vasculhar que vai operar minhas futuras varizes, e ou pior, reparar um botão na minha mente avoada, né não?

 

E tem mais: serviços de contra-espionagem que ainda trabalham para o ex-ditador africano Idi Amim Dada, dão conta que os olhos azuis dela são falsos. Relatórios ultra-secretos informam que são lentes de contatos desenvolvidas em Guiné Bissau.

 

Não se deixem enganar ela é Queniana.

Foto: Equipe Run&Fun nos 600k

link deste post | enviar por e-mail | comentários (8) | comentar

A torcida do Vasco contínua linda


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 30/10/09 às 13:46 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 11h00 - (dedicado a Henri Cury Aidar...) – Eu estava pilhado pois estávamos pela primeira vez desde que o Desafio 600k começou com a possibilidade de deixarmos a lanterninha do Desafio Nike 600k por uma rápida oportunidade. O Bruno Cortes era o corredor da vez, após receber o bracelete numa homérica chegada do Fábio Azeredo. O apresentador galã vinha mandando bem em trechos difíceis daquela manhã de muito sol e passaria para a Lú Macias (O2) e depois eu correria.

 

Assim, eu já tinha deixado a van e estava no carro de apoio. E talvez seja o único que presenciou a chegada de uma van diferente, ao estar sentado no banco da Lanchonete Capixaba no PC 66, quando a van para na minha exata frente.

 

A porta se abre. E a torcida do Vasco em peso começa a descer,  e em excesso de passageiros nas duas que contei. E claro começam a gritar aqueles insuportáveis gritos de guerra. Estavam agitados a caminho do Maracanã, o Bahia seria o oponente. Alguns daqueles garotos que acabará de poder tirar a carta de motorista vinham com uns goles a mais. E sabído que em ambientes como aqueles, uma camisa do Flamengo por perto, por exemplo, poderia desencadear uma boa briga. Naquele momento tinha planos mais nobres, do que estar preocupado com violência no meio do nada.

 

Já olho no olho que é para os caras nem chegarem perto – sou escaldado com malandragem -; é defesa claro, e, preocupadíssimo com o BlackBerry da Yara Achôa que estava ali comigo. Chega agora a van #20. Sergio Xavier e Edu Elias aparecem. Por um momento temo por eles. Imagine se o Sergio por esses dias meteu a lenha nos cruzmaltinos, lá na Placar na qual ele é o boss, ou o Edu Elias, em seu programa de futebol da ESPN pediu a cabeça de alguém de São Januário.

 

Edu provavelmente é reconhecido por um desses fanáticos torcedores. Muitos deles pedem para tirar foto com o simpático apresentador de olhos verdes. E Serginho ali ao lado e no aguardo sem ser incomodado. Minhas atenções voltam para a área de transição que estava a uns 100 metros e penso que o Bruno deveria ter uma chegada honrosa.

 

Identifico num relance uns dois líderes da torcida – eles sempre existem – e lanço. “É o seguinte: estamos vindo de São Paulo correndo e podemos sair da última colocação na próxima perna. O Bruno do Sportv vem chegando ai.  Eu gostaria da torcida de vocês...";  e consigo arrastar aquela torcida barulhenta para a transição e começam:

 

E lá vem Bruno e ê ê ê o o Vasco já ganhou!

Foto: Angelo Binder

link deste post | enviar por e-mail | comentários (1) | comentar

Dar meu melhor era só isso que eu queria


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 30/10/09 às 13:09 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 24/10 às 8h30, - (trecho dedicado a Tomaz Lourenço, Contra-Relógio...) – Novamente sinto dó que quem vai me passar o bracelete, desta vez era a Yara Achôa que vinha enfrentando 7,45 km de lombas que se sucedem assim que passamos pela cidade de Angra dos Reis. Chegamos com bastante antecedência no meu PC que se localizava em um lugar paradisíaco: o tal de Mirante das Gravatas, donde podíamos ver toda baia de Angra dos Reis lá do alto.

 

Na verdade pensava que pegaria uma perna depois, só fui entender que era eu o homem da vez,  uns 5 minutos antes da chegada da corredora que antecedia. Acho que por isso gostei tanto do PC sem stress e ansiedade, estava cheio de gente, pois vale lembrar que nossas trocas nos PCs a medida que ia passando o tempo a escassez de gente aumentava. Converso com vários atletas, com uns dos pais dos 600k, o Christiano Coelho da Nike, com meu caríssimo Ricardo D´Angelo, técnico do Cordeiro de Lima e aprecio a vista.

 

Mário Sergio, Serginho, Karine, Apa, são os que me lembro de supetão que estavam lá na nossa social. Yara chega e a rotina se inicia. Pego o bracelete ajusto ele no braço. Starto o Forerunner e ligo o Sport Band, ops, esse estava se deliciando lá nas bolachas.

 

Pego a estrada que começa com uma elevação e pra variar mesmo depois de 15 anos de corrida não aprendo: corro forte na saída (4min11s por/km). O anjo manda subir na calçada – alias calçada utilizada pela população local para seus footings – mas que em momento algum é plana  (só subida e descida).

 

Começa uma descida forte e tenho que ir desviando de alguns moradores locais que estão fazendo sua caminhada. Pensei que o estorvo sou eu, afinal aquela calçada é deles e não dos  mais dos 240 loucos que estão passando por sua cidade.

 

A altimetria desta minha sexta perna de 8,23 km é cruel. A mais difícil de todas às que enfrentei. Um sobe e desce constante. Para se ter uma idéia ao chegar no quilômetro final o percurso sai de zero de nível altimetrico e vai até os 150 para descer tudo outra vez. Disto, não posso reclamar. A organização colocou uma grande maioria de chegadas em áreas de descida, isso elevava o moral dos combatentes.

 

Saio da tal calçada. Entro em um trevo e deixamos Angra para trás. O sol contra já beirando os 30ºC castigava, mas em alguns momentos por obra de Deus, vinham nuvens e o tempo encobria, e pela obra do mesmo Criador, elas se iam como viam. E dá-lhe sol.

 

Lembro do meu tweet onde disse que meu medo era o sol, e penso que estou começando a ficar experiente em corridas, mas como na vida, sempre aprendemos algo novo, e isso é que é o bacana. Chego na metade do percurso bem. Olho para o GPS e tenho a marca de 18min35. Bom muito penso. Mas sinto falta do “Vai Surdo!”, ops “Vai Iuri!”. Pela primeira vez não vejo a van passar.

 

E a passagem da van era um dos pontos altos das corridas. Ao final pergunto se me viram. O que disseram que sim, e que o sol estava batendo forte em meu rosto, e porisso, não consegui vê-los. E continuei. Nesta hora vêem a letra de Animate  (sorry quem não gosta) em minha cabeça. Se lerem a tradução e colocar que a poesia está falando para a corrida, eu lhe diria que sim. E tudo aquilo que diz a letra eu estava enfrentando nas lombas angrianas.

 

Vou martelando Animate até o final. No último quilômetro vem a descida. Dou uma visualizada e percebo que o percurso agora só desce (sempre fico com um pé atrás com mapinhas, eles sempre nos surpreendem), e assim, poderia queimar as energias desta perna.

 

E fomos para meus 36min55 com 4min29s por/km com direito a Globo, Sportv, TV Oxigênio, a Luanda (produtora Nike) me filmando. Mas sem estrelismo, isso fiquei sabendo só depois dos hi-fives que dei até em atletas de outras equipes como se pode ver no vídeo abaixo.

 

"E “nóis”, era nozes"...o pior estava por vir...

link deste post | enviar por e-mail | comentários (2) | comentar

São Longuinho da rasante na Van #20


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 30/10/09 às 10:59 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 25/10 às 4h00, - (Harry Murphy cadê meu chip...) – Levantamos às 3h30 e a rotina do banho, café, levar a mala para o caminhão, assistir a largada se repetia. Feito, vamos para a van. Abro o lap top  e escrevo um tweet que pensei nele o dia todo. Dizia algo assim: “Largamos pela primeira com tempo estável. Medo? Sol”. Pois é, o astro rei mandou bem neste dia e com certeza não poupou nenhum atleta do Desafio 600k depois de dois dias de chuva.

 

Ainda era escuro e na estrada passamos pelo Cordeiro de Lima ao lado do primeiro atleta amador e pelo Franck Caldeira mais a frente. Paramos no primeiro PC, no acostamento perigoso com intenso tráfego. Vou com a Yara Achôa até a área de transição e olho para o Sport Band para ver as horas.

 

“Mas que Sport Band cara pálida? Pelo jeito você perdeu novamente o gadget!”, pensava eu. Se da primeira vez eu tinha fiquei bravo nesta estava irado. A Yara falava para eu me conformar. E dei como perdido de vez. Clareou e no outro PC revirei a van e nada.

 

Corri sábado sem esse controle. No final do dia Apa me chama. Achei!

 

Ah sim dentro de uma caixa de...bolacha!

link deste post | enviar por e-mail | comentários (4) | comentar

A corrida que não corri


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 29/10/09 às 20:20 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 23/10 às 19h00 - (trecho dedicado a “ninguém”...) – Eu estava cansado. A única coisa que pensava depois de ter corrido três pernas era em repor a energia e me cuidar. Alias isso foi a constante entre todos. Se hidratar e comer fracionado na van sem horários certos. Comia e bebia-se muito com fartura. Isso ajudava no psicológico, ao menos, no meu caso.

 

Eu pegaria o bracelete da Macias no PC 48 e correria a distancia de 6,5 km. Isso estava para acontecer lá pelas 19 horas mais ou menos. Estava zerado, mas claro, que durante a corrida eu ia pensar “o que estou fazendo aqui!”, mas ia chegar, acredito eu.

 

“Agora é você”, diz Mario e me enche de instruções de cuidados quanto ao ritmo e preocupações para com minha segurança. “Corra em cima da faixa que divide a faixa de rolamento com o acostamento.”, e me mostrava como fazer isso.

 

Me entrega ainda uma head-lamp que piscava em vermelho. Pensei que pela primeira vez “eu estaria com aquilo lá piscando nos meus traseiros’. Maldosos, a lâmpada claro. Coloco ainda o colete reflexivo da Nike. Entro no carro de apoio e vou para o PC.

 

Pronto, agora era correr ou correr. Até que avisto a van #20 e ao se aproximar o Máio Sergio gesticulando; “acabou, acabou!”, repetia. Acabou o que? Eu perguntava. Até entender que e equipe e a organização haviam acordado que nós não deveríamos correr naquele trecho, cuja sequênciia de ao menos 10 km eram de acostamento esburacado e inexistente.

 

O “x” da questão era que estava ficando noite e com a buracadeira poderia levar os corredores a uma luma lesão. Eu queria ter mais essa história para contar, pois se pudesse teria corrido.

 

Entro no carro aliviado mas sem achar que eu tinha cumprido em sua totalidade o dia...e rumamos ao paraíso após fecharmos nosso segundo dia....

 

link deste post | enviar por e-mail | comentários (1) | comentar

Tem coisas que nem com Mastercard


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 29/10/09 às 17:51 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K

São Paulo, #600k, 24/10 às 13h30 - ($$$...) - Tênis R$500 pau, mas foi a Nike que me deu, inscrição uns US$100, mas foi na faixa, mas, subir 1,5 km assim não tem preço...



link deste post | enviar por e-mail | comentários (5) | comentar

A potente paulista


Publicado por HARRY THOMAS JR. em 29/10/09 às 14:32 na(s) categoria(s) Desafio Nike SP-Rio 600K
São Paulo, #600k, 25/10 às 8h00 - (post dedicado ao Marcello Butenas...) – Me lembro de ver pela última vez a potente passada que desenrolava a minha frente quando entramos em São Conrado, momento em que mostrei o termômetro com 24ºC para a Dra. Queniana.

 

Na realidade, essa loirinha que nem sei quem é, sem saber estava puxando o Harry,  Dra. Queniana e o Robertinho Ferreira, trio que acredito, que ela nem saiba que exista.

 

Mas a verdade que na Nike Human Race essa atleta correu uns 5 km a nossa frente desde o começo, passando pelo Joá e São Conrado (5km), e nós atrás somente porque corríamos no mesmo ritmo. Pelo que lembro em momento algum ousamos ultrapassá-la. E o mais bacana, em nenhum momento combinamos ou sequer tocamos neste assunto.

 

A questão é que moça que corre pela equipe de um cara que sou admirador, o Butenas, foram os melhores paulistas no Desafio Nike 600K SP-Rio com a honrosa 5ª colocação, e a moçoila obviamente,  estava dando seu melhor. Ela foi uma das imagens que guardei do dia final.

 

Mas esse post talvez não existisse e sua imagem poderia ter ficado somente na minha memória, mas calhou da @NikeCorre publicar um momento dela nos 600k e foi mais ou menos isso que vi lá no Joá.

 

Essa característica motora que é à sua marca: a passada que prima pela elevação de joelho um verdadeiro relóginho de corredora.

 

Fantástico!


link deste post | enviar por e-mail | comentários (4) | comentar
< Anterior | Próxima >
Seu nome: Seu e-mail: [fechar]

Comentário:

(Você ainda pode digitar 600 caracteres.)

Antes de iniciar a prática esportiva consulte um médico para realizar exames que qualifiquem o seu estado de saúde para tal.
Copyright© 2002-2010 Webrun Ltda. Proibída a cópia ou reproducão do conteúdo sem autorização prévia.