Inovação veio para ficar?
Foto: Harry Thomas Jr.
São Paulo -
(Cuidado, frágil!...) - Cada vez mais fica difícil constatar em corridas de rua inovações, já que ao menos nos grandes centros, chegamos ao patamar ótimo em termos organizacionais, fazendo com que nossas provas nada devam às principais competições internacionais, incorporando os conceitos mais avançados.
Chip eletrônico, medalha para todos concluintes, abastecimento com isotônicos, banheiros químicos, inscrições e fotografias sem precisar sair de casa, são algumas das muitas melhorias implementadas na última década.
Como nem tudo é perfeito, ainda patinamos em alguns quesitos e um deles é o guarda-volumes. E é lá que deixamos nossas malas com equipamentos de corrida para o pós-prova, nossas carteiras com documentos e, por que não, alguns eletrônicos como celulares e máquinas fotográficas. Portanto, o bom manejo e cuidado da organização com nossos pertences é fundamental.
Ontem pela primeira vez na Corporate Run - evento cujo formato foi idealizado pelo simpático Anuar Tacach - acredito ter visto um serviço de guarda-volume ideal.
Esqueçam as malas acomodadas no chão, onde cada seqüência numérica tenha seu quadrado “delineado” no chão e no qual o staff às vezes fica minutos perdido tentando achar sua mala.
Pense em várias araras de cabides, com seqüência numérica disposta em cabides com plásticos reforçados, impedindo que sua mala entre em contato com o solo molhado ou sujo. E foi isso que vi. À distância, a entrega me pareceu ter sido feita de forma eficiente.
Para ficar perfeito, o uso de código de barras poderia ser a melhoria dentro desta inovação, porém não acredito que ao menos neste patamar seja necessário.
Guarda-volumes 2.0 é isso aí!