Gêmeos plasticidade na chegada
Foto: Danilo Belmonte / www.webrun.com.br
São Paulo -
(cai uma vez, levante-se duas...) - É notório que se houvesse um concurso da melhor chegada do ano, o
Harry teria inegavelmente papado todos os prêmios existentes. Afinal quem não se lembra da
belíssima chegada feita na abertura do Circuito Corpore 2008?
Mas entre tantas belas imagens de chegada que já vi em mais de uma década acompanhado corridas de rua, gosto particularmente, das protagonizadas pelos irmãos Faísca e Fumaça, ops, quero dizer, pelos gêmeos idênticos Paulo e Luiz Fernando. Gosto de vê-los chegar em primeiro lugar pela plasticidade da imagem, por não saber quem é um e quem é outro, por ver que ambos tem o dom da corrida, por vê-los correr muito próximos e sempre revezando posições, a tal ponto, de não muito raro suas chegadas serem feitas de mãos dadas deixando para o chip o desempate.
Porém, como desde pequenos suas vidas são “uma só”, não é de estranhar tal atitude. No entanto, é de estranhar que corredores profissionais (mesmo que corram numa mesma equipe, ou numa corrida que não dê prêmio) o façam.
Mas existem exceções e esse tipo de atitude acontece. Foi o que fez no último domingo (11), em São Paulo na Corrida e Caminhada GRAACC, os corredor Naval Freitas, que deu a
mão para seu companheiro de equipe Benedito Gomes.
Exemplo de um verdadeiro
Fair Play!