Nunca escondi que tenho uma certa preguiça para correr, mas no último mês me esforcei. Mesmo com o frio de julho fui aos treinos do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Depois que eu participei do Revezamento Super 40k, percebi que tinha que me dedicar mais. Além disso, no inverno as pessoas estão propensas a comer mais. E nada melhor que a corrida para livrar essas coisinhas extras da época mais fria do ano.
Porém meu joelho não me deixou correr. No meio de julho, comecei a sentir uma dor no joelho direito. Essa dor não tinha hora nem intensidade certa. Algumas vezes aparecia quando ficava muito tempo em pé, ou então muito tempo sentada.
Fui ao médico para ver ao certo que dor era essa que tanto incomodava. Segundo o doutor, eu estava com uma inflamação na patela. Apesar do nome feio, a minha lesão não era tão grave assim.
Essa inflamação acontece normalmente por causa da falta de fortalecimento da perna. O que não deixa de ser verdade. Eu não freqüentava a academia desde de maio. E no mês de julho, quando retornei aos treinos, exigi muito do meu joelho, que não agüentou.
Para a inflamação na patela, os médicos aconselham compressas de gelo. No meu caso, o médico também indicou algumas sessões de fisioterapia. Tirei algumas dúvidas com o colunista e fisioterapeuta do
Webrun, David Homsi. Ele também indicou o gelo.
Segundo Homsi, nesse caso deve-se fazer compressa de gelo duas ou três vezes por dia, até a dor passar. Além disso, também é necessário alongar os quadríceps e a posterior de coxa e não esquecer de fazer a fisioterapia.
Eu estou no processo de recuperação, por isso afastada da corrida até a dor passar. Espero ficar boa logo e colocar o tênis no pé.