Equipe feminina no último Revezamento Bertioga Maresias
Foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br
Eu, particularmente, gosto muito de participar de provas de revezamento, principalmente das que acontecem fora da minha cidade. Além de ser extremamente prazeroso correr em lugares diferentes e bonitos, como a praia e a montanha, ainda é uma ótima oportunidade de haver uma interação maior entre todos os participantes.
Já começa com a viagem de ida – logística de quem vai primeiro (que carro ou que vôo), a “brincadeira” de poder deixar a rotina para trás na frente dos outros, a chegada ao QG eleito, a arrumação das coisas relativas à prova – divisão de água, isotônico, suplemento, barrinha de cereal, sanduíche (esquecemos de falar sobre a confecção dos mesmos) para cada equipe – isso tudo é um fator “integrador” muito grande.
Quando a prova é mais perto, dá até pra levar a família inteira. Aí, já viu, é aquela criançada correndo pra cá e pra lá, se divertindo a valer. Chega o dia da prova – normalmente temos que acordar de madrugada (literalmente) para tomar café da manhã e preparar tudo.
A prova começa e muitas vezes, já de início, nos deparamos com algumas dificuldades a serem ultrapassadas. Quem nunca esqueceu de colocar o bracelete/ bastão/ pulseira e só se lembrou nos segundos anteriores à largada? Ou então, quem nunca teve um integrante da equipe que chegou em cima da hora?
Mas é aí é que está o charme destas provas de revezamento – conseguir resolver os problemas à medida que vão surgindo. E quanto maior a integração entre todos os participantes da equipe, mais facilmente eles serão superados. No final da prova é engraçadíssimo – um bando de “malucos” suados, cansados e plenamente realizados. Quem corre, sabe do que estou falando.
Depois do banho, rola a confraternização – jantar/churrasco, onde a conversa gira em torno das trapalhadas/ confusões/ vitórias ocorridas durante a prova. É claro que existem algumas equipes onde o foco principal é atingir e superar as metas planejadas e, muitas vezes, caso isto não aconteça, rola um estresse danado.
Mas vale a pena. Basta você definir seus objetivos e fazer a prova numa equipe cujos objetivos sejam similares aos seus. Então, experimente e divirta-se!