Terezinha Guilhermino compete na classe T11
Foto: Divulgação/ CPB
Em diversas competições de atletismo, sejam elas de pista ou de campo, é muito comum haver diversas categorias de atletas portadores de necessidades especiais (ou paraolímpicos), representados por diversas siglas. Conheça um pouco mais sobre as avaliações e o significado de cada uma, de acordo com informações do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
A chamada classificação funcional é uma forma de se categorizar cada atleta em função de sua capacidade de realizar movimentos com ênfase em seu potencial muscular. Nesta avaliação, leva-se em conta seqüelas de algum tipo de deficiência, assim como os músculos que não foram lesados.
Cada competidor passa por um teste de força muscular, de coordenação (este em geral para aqueles com paralisia cerebral e desordens neuromotoras), além de um teste funcional. Este último consiste numa demonstração técnica do esporte realizado pelo atleta. Por fim, os avaliadores analisam o desempenho de cada um de acordo com todos os resultados obtidos nos testes.
Para provas de campo (arremesso, lançamentos e saltos) existem as seguintes classificações e siglas:
F – Field (campo)
F11 a F13 – deficientes visuais
F20 – deficientes mentais
F31 a F38 – paralisados cerebrais (31 a 34 -cadeirantes e 35 a 38 - ambulantes)
F40 - anões
F41 a F46 – amputados e Les autres
F51 a F58 – Competem em cadeiras (seqüelas de Polimielite, lesões medulares e amputações).
Para provas de pista (corridas de velocidade e fundo)
T – track (pista)
T11 a T13 – deficientes visuais
T20 – deficientes mentais
T31 a T38 – paralisados cerebrais (31 a 34 -cadeirantes e 35 a 38 - ambulantes)
T41 a T46 – amputados e les autres
T51 a T54 – Competem em cadeiras (seqüelas de Polimielite, lesões medulares e amputações)
Vale lembrar que a classificação é a mesma para ambos os sexos. Entretanto, os pesos dos implementos utilizados no arremesso de peso e nos lançamentos de dardo e disco variam de acordo com a classe de cada atleta.