Após Pan, empresa homenageia seus patrocinados

Mariana Ohata diz que é preciso enaltecer as empresas que patrocinam o esporte brasileiro (foto: Alexandre Koda / www.webrun.com.br)
Mariana Ohata diz que é preciso enaltecer as empresas que patrocinam o esporte brasileiro (foto: Alexandre Koda / www.webrun.com.br)

No último domingo (29), após a festa de encerramento dos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro, a companhia aérea Gol realizou um coquetel para homenagear os atletas que patrocina, entre eles Mariana Ohata. A triathleta comenta sobre o apoio e o sexto lugar na competição.

Rio de Janeiro – Mariana Ohata foi uma das atletas escolhidas pela empresa para um projeto que começou desde janeiro e teve o primeiro resultado nos Jogos Pan-americanos. Segundo ela, patrocínio no Brasil para o esporte é algo muito complicado, então é preciso parabenizar as empresas que tomam essa inicativa.

“Eu fiquei muito feliz com esse convite, venho com o Pão de Açúcar há anos e agora com a Gol me dá mais motivação para melhorar sempre”. Ela diz ainda que a companhia é inovadora, assim como os competidores que patrocina. “Ela é jovem e tem a nossa cara, isso é ótimo para nós”.

Já sobre a competição, passado o alvoroço criado sobre o mal resultado obtido pelo trio (Mariana, Carla Moreno e Sandra Soldan), ela diz que deu o máximo de si, mas o jogo de equipe das americanas dificultou um pódio. “Tentei fazer a minha prova, mas infelizmente não foi um dia bom para mim. Agora vou pensar no Mundial em setembro e manter a vaga olímpica para poder pensar em medalhas”.

Jogo de equipe – Após a prova, realizada no último dia 15, grande parte da imprensa questionou o porquê de as brasileiras não fazerem jogo de equipe para terem mais chances de medalha, como fazem muitas delegações estrangeiras. “O triathlon é um esporte individual, mas se existe um acordo com a Confederação para que o país se saia bem, aí sim poderia dar certo. Como aqui as pessoas pensam individualmente, esse jogo fica inviável”.

Juraci Moreira e Sandra Soldan haviam dito após a prova que a CBTri faz um trabalho de base com os jovens triathletas, mas esquece um pouco da geração que está atualmente na ativa. Mariana acredita que esse novo grupo possa um dia competir pensando no país. “Eu torço por isso, já que estamos precisando de uma renovação no triathlon, que é um esporte novo”.

A paraatleta Ádria dos Santos, competidora da classe T11 (baixa visão), também é uma das patrocinadas pela Gol, mas não pôde comparecer ao evento. Ela é a maior medalhista deficiente do país, com quatro ouros e oito pratas e disputará os Jogos Parapan-americanos, que acontecerão no Rio de Janeiro de 12 a 19 de agosto.

Este texto foi escrito por: Alexandre Koda

Redação Webrun

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