Caio Bonfim e Érica Sena confirmam favoritismo na marcha atlética

Caio Bonfim (CASO) e Érica Sena (Pinheiros), ambos qualificados para os Jogos de Tóquio-2021, confirmaram o favoritismo e venceram as provas dos 20.000 m marcha atlética na abertura da programação no último sábado  do Troféu Brasil Caixa de Atletismo 2020, no estádio do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, na Vila Clementino, em São Paulo.

Caio Bonfim e Érica Sena confirmam favoritismo na marcha atlética
Foto: Wagner Carmo/CBAt

Caio completou as 50 voltas na pista em 1:23:05.46 e ficou muito feliz por vencer pela oitava vez o título da principal competição interclubes da América Latina. “É sempre um prazer muito grande participar do Troféu Brasil. A prova mudou da rua para a pista, mas temos de ter bom senso e entender que estamos numa pandemia”, lembrou o marchador, que é recordista brasileiro da especialidade, com 1:20:58.5, desde 2011.

“Estou nos treinamentos de base para 2021, mas ainda competitivo. Fiquei feliz de correr na casa de 1:23. Acho que o meu resultado e o do Matheus foram muito bons para este época do ano”, comentou o campeão, referindo-se a Matheus Gabriel de Liz Correa (AABLU), segundo colocado com 1:23:57.50. Paulo Henrique Ribeiro (PM Colombo) ficou com a medalha de bronze, com 1:33:04.

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Matheus, tetracampeão brasileiro sub-20, disse que manteve o ritmo de prova solicitado pelo técnico Ivo da Silva. “Sabia que o Caio também ia fazer a prova dele e tentei acompanhá-lo. O Caio é um espelho, uma referência para toda uma geração de atletas mais jovens, além de meu amigo”, comentou. “O foco é manter o treinamento forte e, mesmo num período ainda de incertezas por causa da pandemia, pensar no índice olímpico e na soma de pontos para o ranking para os Jogos”, concluiu.

Caio Bonfim e Érica Sena confirmam favoritismo na marcha atlética
Foto: Wagner Carmo/CBAt

Érica Sena também lembrou o “carinho especial” que sente pelo Troféu Brasil. “É uma competição que faço questão de participar sempre”, disse a atleta, que mora em Cuenca, no Equador, e veio especialmente para São Paulo para lutar por sua sétima vitória na prova. “Vim de coração aberto, mas a pista é muito desgastante. Agora é retomar a preparação para a temporada 2021.”

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Quarta colocada nos Mundiais de Londres-2017 e de Doha-2019, Érica lamentou as dificuldades deste ano. “Comecei muito bem, ganhei a Copa Brasil de Marcha. Estava muito animada para a Olimpíada, mas de repente tudo parou. Recomecei de verdade no Camping Caixa da Missão Europa, em Portugal. Ainda pude fazer os 20 km em Podebrady, na República Tcheca, onde fui vice-campeã”, lembrou Érica, que obteve o tempo de 1:29:14, marca que lhe garantiu a liderança do Ranking Sul-Americano de 2020.

Viviane Santana Lyra (AEFV) comemorou a medalha de prata, com 1:37:19.91, seguida de Gabriela de Souza Muniz (CASO), tetracampeã brasileira sub-20, com 1:39:37.63.

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Redação Webrun

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