Conheça a história de alguns símbolos olímpicos

Os aros foram idealizados em 1913 (foto: S.Romeu/ Divulgação COI)
Os aros foram idealizados em 1913 (foto: S.Romeu/ Divulgação COI)

Os Jogos Olímpicos são marcados por histórias de superação, garra e espírito esportivo e também são recheados de histórias e simbologia. Confira um breve histórico sobre os aros, o lema, a tocha, o juramento e o hino olímpico.

Aros – Nas cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho interligados sobre um fundo branco, este símbolo foi idealizado em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin e representa a união dos cinco continentes. Pelo menos uma das seis cores, incluindo a branca, está presente na bandeira de cada um dos países filiados ao Comitê Olímpico Internacional. Os aros são a principal representação gráfica dos Jogos e também são a marca do COI e do Comitê Olímpico Brasileiro (somados à bandeira nacional).

LemaCitius, Altius, Fortius (o mais rápido; o mais alto e o mais forte em latim) é uma definição criada pelo Padre Didon, amigo do Barão Pierre de Coubertin e serve como lema do ideal olímpico.

Tocha – A tocha nasceu a partir da chama olímpica, que é acesa na cidade de Olímpia (Grécia) e foi concebida nos jogos modernos pelo alemão Carl Diem, que se baseou nos diversos significados históricos e religiosos das tochas da antigüidade para incluí-la no cerimonial olímpico. Na Antiguidade grega as tochas conduziam a chama do fogo sagrado (elemento purificador) de um altar ao outro. Cada país sede tem a liberdade de adicionar um elemento característico na tocha, o que a deixa diferente a cada edição.

Juramento – Em cada cerimônia de abertura um atleta, em nome de todos os competidores, repete os seguintes dizeres: “Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes”.

Hino – Em 1986 o compositor grego Spirou Sâmara fez o hino, com música de seu compatriota Cositis Palamas e o COI o adotou em 1958. Ele é executado em todas as cerimônias olímpicas oficiais.

Este texto foi escrito por: Webrun

Redação Webrun

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