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Disidrose: pequenas bolhas causadas por grande estresse

Pequenas bolhas podem estourar e causar ardência quando coçadas (foto: Inwe/ Licença Creative Commons)
Pequenas bolhas podem estourar e causar ardência quando coçadas (foto: Inwe/ Licença Creative Commons)

Assim como nosso corpo responde quando nós o estimulamos com hábitos saudáveis, ele também sofre com desleixos. Noites mal dormidas, alimentação desequilibrada e estresse podem propiciar o aparecimento da disidrose.

Apesar do nome pouco conhecido, a disidrose nada mais é do que aquelas pequenas bolhas que surgem nas mãos e nos pés, causando muita coceira e desconforto. Como a pele que reveste as bolhas é fina, ela pode ceder com o atrito feito pelas unhas ou dedos das mãos e estourar, vazando um líquido transparente e causando ardência.

De acordo com o podólogo da clínica Central Feet, André Luiz Vicente da Silva, o estresse é uma das principais causas do aparecimento das vesículas (bolhas pequenas). “Elas também aparecem quando a pessoa tem suor excessivo, reações alérgicas (dos materiais que constituem o sapato, por exemplo), fungos ou excesso de ácido úrico no sangue”, completa.

Tratamento – Segundo o podólogo, o tratamento da disidrose deve ser feito a partir do combate de seus agentes causadores. “Normalmente o processo envolve corticóides, mas isso varia de acordo com o caso. Por exemplo, se a reação foi causada por fungos associam-se os corticóides com um antifúngico”, explica.

Se as erupções aconteceram por excesso de estresse, a pessoa deve procurar atividades que a faça relaxar e esquecer dos problemas. “A corrida é uma boa opção”, sugere André.

Em casos extremos, as pequenas bolhas podem se unir e se tornar uma lesão inflamatória, mais difícil de ser cuidada. Por isso, se a causa da disidrose for ação de fungos, alergia ou excesso de suor nas extremidades, um médico deve ser procurado para indicar o melhor tratamento.

Incômodo ao correr – André Luiz conta que as erupções normalmente ocorrem em áreas que não ficam em atrito com o tênis e, por conta isso, não atrapalham o rendimento de atletas. “Caso o esportista sinta incômodo, deve-se evitar correr por dois ou três dias para impedir que ocorra um processo inflamatório”, ressalta.

Este texto foi escrito por: Rafaela Castilho

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