Como a fototerapia pode contribuir no processo de cicatrização?

Como a fototerapia pode contribuir no processo de cicatrização?
Foto: Divulgação/Eco Fibras

Muitas vezes, o processo de cicatrização pode ser lento, por diversos motivos e patologias. No entanto, a fototerapia auxilia na melhora do processo anti-inflamatório e pode ser utilizada para problemas como psoríase, dermatites e erupções, além de lesões como queimaduras, úlceras, escaras, pé diabético, pós operatórios.

Esse tipo de terapia auxilia na aceleração da cicatrização, contudo, para obter o resultado desejado ela deve ser realizada com as luzes terapêuticas com funções anti-inflamatórias. “A principal luz com essa ação é a vermelha que provoca esse efeito por meio da inibição do trabalho dos agentes pró inflamatórios. Além dessa, a luz infravermelha também pode ser utilizada. Pois apresenta ação complementar, reduzindo a dor e o edema local, que são alguns dos reflexos da inflamação causada.”, esclarece Lucas Sousa, gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Ecco Fibras.

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“O uso do dispositivo de Fotobiomodulação – Laser e LED – chama atenção por conseguir agir de forma completa e global durante o processo de cicatrização, não só acelerando a ação, mas também modulando a inflamação e trazendo uma melhora na oxigenação e no controle de dores e edemas da região.”, comenta Sousa, que ainda acrescenta que a fototerapia pode ser aplicada em todas as fases do tratamento, desde o início da lesão até o fechamento total.

A princípio, a terapia com o Laser e LED terapêutico garante benefícios durante as três fases do processo de cicatrização, que são: a inflamatória, e proliferativa e de remodelagem. “Durante a etapa inflamatória a fototerapia otimiza e acelera o processo, fazendo com que a etapa proliferativa seja iniciada mais rapidamente, por exemplo. Além disso, esse tipo de terapia auxilia no aumento da produção de fatores de crescimento, garantindo mais qualidade e eficiência e, ainda, potencializa a angiogênese, melhorando a circulação e a oxigenação da lesão”, afirma Sousa.

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Durante a remodelagem, a fototerapia é fundamental para o equilíbrio do processo de reparação do tecido. Por isso, o uso da fotobiomodulação no processo de reparo, é tão importante.

“É interessante frisar que o tempo para esse tratamento é relativo e pode mudar de acordo com cada paciente e as variações como tamanho, tempo e aspecto da lesão. Além disso, outras patologias podem estar ligadas como, diabetes e hipertensão que podem interferir no prognóstico”, explica Lucas Sousa. O tempo médio para a cicatrização de lesão simples varia entre uma e três semanas. Já para lesões crônicas, como úlceras, escaras e pés diabéticos a média é de um a dois meses de tratamento. Geralmente com duas ou três aplicações semanais.

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Redação Webrun

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