Lesionado em 2006, Colucci quer pódio no Ironman

Colucci esteve em Floripa ano passado para incentivar seus colegas  mas esse ano quer o pódio (foto: Wander Roberto/ Vipcomm )
Colucci esteve em Floripa ano passado para incentivar seus colegas mas esse ano quer o pódio (foto: Wander Roberto/ Vipcomm )

O brasileiro Reinaldo Colucci vem esse ano para sua terceira disputa do Ironman Brasil e está confiante para ficar entre os três primeiros colocados e ainda mais motivado, já que ano passado não competiu devido à uma lesão. “Esse ano estou numa grande expectativa, ainda mais por que eu estava lá ano passado para incentivar o pessoal e me deu uma grande vontade de competir”, comenta o atleta que possui um oitavo lugar em 2004 e quarto em 2005.

Aos de 21 anos, ele voltou de uma temporada de competições na Ásia há seis semanas, onde disputou a Copa do Mundo (no Japão), como forma de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Apesar de almejar pódio e, consequentemente uma classificação para o Mundial do Havaí, ele comenta que se obtiver a vaga não poderá participar.

“Esse ano, como estou atrás de índice para os Jogos Olímpicos, vou para Belo Horizonte na etapa da copa do mundo uma semana depois do mundial. Se eu pegar a vaga no Havaí acho que não vou poder disputar”, explica. Como treinamento para a competição ele costuma correr entre 100 e 120 quilômetros, pedalar entre 450 e 500 e nadar 30 semanalmente.

Sobre os trechos – Ele ressalta que a natação é o trecho em que ele se dá melhor e, por isso, acredita que deve sair da água já entre os primeiros colocados. Já no trecho de bike, assim como a maioria dos competidores, diz que o vento será um complicador. “Sempre a segunda volta tem um vento mais forte do que na primeira. Espero que esse ano esteja parecido com o ano passado, que estava soprando numa direção favorável aos atletas”.

Os organizadores resolveram modificar o percurso de corrida nos últimos dois anos, o que deixou o trajeto mais interessante segundo o triathleta. Antes da mudança, eles corriam um longo trecho longe do público, mas agora passam diversas vezes próximos às pessoas para receberem um incentivo extra. “Costumava ser uma corrida muito solitária, a gente sumia lá em Canasvieiras e ficava muito distante das pessoas. Agora a gente passa na ida e na volta na frente do público e é bem legal”.

Como estratégia, ele diz que deve sair de forma moderada para sentir o ritmo, antes de acelerar por volta do quilômetro 30. “Certamente a corrida é onde se define a prova. Pode-se ter uma vantagem enorme na bike, mas se não correr bem pode prejudicar o resultado”.

Este texto foi escrito por: Alexandre Koda

Redação Webrun

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