Maratona de SP larga no cartão postal da cidade

Largada da prova do ano passado (foto: Sérgio Shibuya/ ZDL)
Largada da prova do ano passado (foto: Sérgio Shibuya/ ZDL)

No dia primeiro de junho acontece a 14ª edição da Maratona de São Paulo, competição que vai largar no mais novo cartão postal da cidade, a Ponte Estaiada (Octavio Frias de Oliveira). A obra viária, que ligará a Marginal Pinheiros à Avenida Jornalista Roberto Marinho (Antiga Águas Espraiadas), será inaugurada neste sábado (10) sob supervisão da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Desta forma haverá uma mudança no trajeto, já que até ano passado a largada acontecia no Obelisco do Ibirapuera, local que desta vez será palco apenas da chegada dos 42,195 quilômetros e da prova de 10 quilômetros. Haverá também uma disputa de cinco quilômetros de corrida e caminhada, com largada e chegada na Avenida Jornalista Roberto Marinho.

Com essa modificação, a organização fornecerá transporte gratuito aos interessados, que ligará o Ibirapuera à Avenida Jornalista Roberto Marinho, das cinco às oito horas do domingo. Com isso, as assessorias esportivas poderão montar suas tendas de atendimento no Ibirapuera, próximo da chegada, e os corredores da maratona e dos 10 quilômetros podem ser transportados para a área de largada.

Estrutura – Os participantes terão 15 postos de hidratação, atendimento médico, dois postos de isotônico, um de suplemento alimentar (carboidrato em gel), além de uma novidade, pórticos distribuídos pelo percurso, com a informação do tempo de corrida decorrido. Segundo os organizadores, o objetivo é facilitar o controle de ritmo.

Outra atração da prova serão cinco estações montadas no trajeto, com o objetivo de motivar os atletas. “A Maratona de São Paulo ganha novas atrações a cada ano e, com isso, se solidifica como um dos principais eventos do país”, ressalta Thadeus Kassabian, diretor de Operações da Yescom, organizadora do evento.

Ano passado o Quênia mostrou mais uma vez a sua força e faturou o caneco dourado nas categorias masculina e feminina, com Reuben Chepkwek e Jacqueline Chebor. Os melhores brasileiros foram Marizete Moreira dos Santos (segundo lugar) e Luís Paulo da Silva Antunes (terceiro).

Este texto foi escrito por: Webrun

Redação Webrun

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