• Marílson e Martin Lel são favoritos entre os homens na São Silvestre

Marílson e Martin Lel são favoritos entre os homens na São Silvestre

Martin Lel e Marílson Gomes são os favoritos na São Silvestre (foto: Paulo Gomes/ www.webrun.com.br)
Martin Lel e Marílson Gomes são os favoritos na São Silvestre (foto: Paulo Gomes/ www.webrun.com.br)

No sábado (31/12), o fundista Marílson Gomes dos Santos tem a chance de igualar para o Brasil o número de títulos da São Silvestre – o Quênia tem 12 e o Brasil tem 11 na categoria masculina desde 1945, fase internacional da Corrida. Medalhista de ouro nos 10.000m dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (27/10) e tricampeão da São Silvestre, o corredor terá ao seu lado os compatriotas Giomar Pereira da Silva, Gilmar Silvestre Lopes, Damião de Souza e Valdir de Oliveira.

A elite estrangeira da prova, no entanto, traz nomes de força como o queniano Martin Lel, tricampeão da Maratona de Londres e bicampeão da de Nova York. O também queniano Duncan Kibet é outro atleta que aparece entre os favoritos. Nomes mais conhecidos em provas brasileiras, Barnabas Kosgei, Nicholas Keter e Mark Korir também estarão presentes.

Inicialmente Marílson não iria correr a prova, tendo em vista o treinamento para obtenção do índice olímpico. Com a alteração promovida pela CBAt que o classificou para os Jogos Olímpicos de Londres, o corredor optou por tentar o tetracampeonato em São Paulo.

“A decisão da CBAt pesou. Senão eu teria que privilegiar o preparo para uma prova no ano que vem”, afirma. Apesar da torcida local, Marílson aponta Martin Lel como o favorito para a São Silvestre. “Os africanos são sempre favoritos”, diz.

“O Lel vai correr em Dubai [a Maratona, em 27/01] e nessa época de preparação já tem que estar bem, com certeza ele é favorito”, afirma. Lel, por sua vez, retribui a gentileza. “Santos [sobrenome de Marílson] é o favorito”, define.

O queniano afirma que quer muito ganhar, mas que a disputa vai ser difícil. “Lembro de Santos correndo muito forte em Nova York. Não falta nada aos corredores brasileiros para serem como os quenianos”.

Descida no final– Uma das mudanças mais comentadas do percurso para 2011 foi a transferência da chegada na Avenida Paulista para o final em frente ao Obelisco do Ibirapuera. O novo trecho acrescentou uma longa descida na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na parte final da prova.

Damião de Souza brinca com a alteração. “Espero que me dê melhor, não sou muito bom em subida, mas em descida a gente desce ‘embolado’”, brinca. Para Lel, no entanto, é o contrário. “O final será difícil. Eu não sou especialista em descida”, confessa, acrescentando que na hora “vamos ver quem é quem”.

Este texto foi escrito por: Paulo Gomes

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Redação Webrun
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