Organizador da K42 Argentina fala sobre a dificuldade do percurso

O percurso foi mais duro este ano (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)
O percurso foi mais duro este ano (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)

O Circuito K42, onde os atletas encaram uma maratona em terreno acidentado, acontece em diversas partes do mundo e anualmente tem a grande final disputada na cidade de Villa La Angostura, na Patagônia argentina. Antes da prova, muitos atletas que já haviam corrido outras etapas afirmavam que essa não era tão complicada, mas se arrependeram depois.

A subida íngreme a 1.500m de altitude na Estação de Esqui Cerro Bayo foi um dos complicadores para quase todos os participantes, incluindo alguns da elite. O trecho antes disputado em descida foi invertido e muitas vezes era necessário caminhar sob a terra fofa.

Diego Zarba, um dos responsáveis pela Patagonia Eventos, empresa organizadora da prova, afirma que a mudança foi proposital. “A etapa final do Circuito K42 não pode ser desproporcional em relação às outras. A prova da Espanha tem um trajeto muito complicado, assim como a de Bombinhas (SC), que era considerada a mais difícil”.

Zarba também fala sobre a velocidade do percurso, “Mudamos o local de largada e acrescentamos mais uma subida, mas acredito que essa é uma prova em que se possa correr na maior parte do tempo e não querermos perder essa característica”.

Avaliação Geral – Com um clima ensolarado e sem o tradicional frio que acomete a cidade, aliado ao fato de não ter havido incidentes graves, Zarba classifica a disputa como mais um sucesso. “Estamos muito satisfeitos, porque os corredores gostaram e não tivemos contratempos. Pelo oitavo ano terminamos bem a prova”.

Este texto foi escrito por: Alexandre Koda

Redação Webrun

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