Quinoa: o que é e para que serve o poderoso grão

Cereal milagroso, grano madre e grano de ouro são alguns dos adjetivos da Chenopodium quinoa, o nome científico da quinoa. Nativa dos Andes, a quinoa é cultivada entre 3.800 m e 5.000 m acima do nível do mar, especialmente na Bolívia, no Peru, no Equador e no México, tem folhas grossas e, por sua fácil adaptação em solos mais pobres, chegou a ser considerado o “alimento perfeito” pela Organização das Nações Unidas (ONU). A porcentagem de proteína varia a partir de 12%, dependendo do solo em que a semente for cultivada. Ela é encontrada na forma de grãos, farinha ou flocos.

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Estudos afirmam que seu valor proteico só pode ser comparado ao do leite materno, deixando para trás alimentos como a carne, os ovos e o peixe, mas isso não significa que devemos passar a comer apenas o cereal. É sempre bom lembrar que os alimentos sempre se complementam em suas características. O pseudocereal, como é classificado, é riquíssimo em substâncias relacionadas ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e a funções como a memória e o aprendizado.

Quinoa: o que é e para que serve o poderoso grão
Foto: Adobe Stock

Boa fonte de fibras e com baixo teor de colesterol, o grão também não faz feio no quesito vitaminas: A, B6, B1, C e E, além de ferro, fósforo, magnésio e cálcio.

Além disso, a quinoa é uma fonte poderosa de fitoestrógenos, substâncias que auxiliam na prevenção do câncer de mama e afastam o risco de osteoporose, pois dão colaboram na absorção do cálcio dos alimentos.

Em grãos, pode ser preparada como o arroz. A farinha de quinoa substitui tanto o trigo como a aveia, e é usada em massas, pães e biscoitos. O floco geralmente entra no preparo de saladas e de cereais matinais.

Indicações da quinoa

Este é um cereal que costuma ser indicado para:

– Pessoas que sofrem de enxaquecas. Devido ao magnésio, mineral que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos, evitando compressão, bem como pela Vitamina B2 (ao promover a energia ao cérebro);
– Pessoas que precisam evitar doenças cardiovasculares. Níveis baixos de magnésio têm sido associados a doenças como aterosclerose, arritmias e hipertensão;
– Diabéticos e em casos de obesidade, devido ao alto teor de fibras;
– Fornecer antioxidantes ao organismo (através dos fito nutrientes);
– Crianças e mulheres grávidas, devido ao alto teor de cálcio.

Fica a dica para um delicioso complemento a ser consumido com frutas, iogurtes ou mesmo com uma salada.

Este texto foi escrito por: Bruna Iasi

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Redação Webrun

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