Reposição de nutrientes nas atividades físicas: entenda a importância

Reposição de nutrientes nas atividades físicas: entenda a importância
Reposição de nutrientes nas atividades físicas: entenda a importância – Foto: Fotolia

Muitas mudanças aconteceram ao longo dos anos, a vida se tornou mais corrida e com todas as obrigações do cotidiano, muitas pessoas deixam de se cuidar. Segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado em 2018, o Brasil é o país com o maior índice de sedentarismo da América Latina. O índice apontou que 47% dos brasileiros não praticam atividades físicas o suficiente para ter uma vida saudável.

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Em 2017, dados da Vigitel mostraram que apenas 37% da população brasileira residente nas capitais, pratica exercícios físicos durante, pelo menos 150 minutos por semana, o que é recomendado pela OMS.

A nutricionista e consultora da FDC, Karla Maciel, reforça a importância de uma mudança de comportamento nas pessoas, com a adoção de hábitos regulares na prática esportiva e na alimentação, em busca de melhorar a qualidade de vida, prevenir e controlar doenças crônicas e favorecer a longevidade física e mental. A profissional reforça que é preciso conciliar as atividades físicas à reposição de nutrientes necessários para ter uma vida mais saudável. Para isso, colocar o corpo em movimento é o primeiro passo, mas para ter um resultado adequado é preciso estar atento às necessidades aumentadas do organismo.

A reposição de nutrientes necessária

Karla explica que, além de manter uma alimentação equilibrada, é importante estar atento aos nutrientes que devem ser suplementados. É o caso das vitaminas do complexo B. A nutricionista explica que estes nutrientes são essenciais no metabolismo corporal em geral. “Elas atuam como coenzimas de reações dos macronutrientes, como proteínas, lipídeos e carboidratos, os quais produzem energia para as funções do organismo”, detalha.

Na prática esportiva, a suplementação adequada das vitaminas do complexo B é ideal para reforçar a atuação do metabolismo de energia, favorecendo a produção de ATP e a utilização de lipídeos para a oxidação, o que potencializa a oferta energética. Além disso, Karla comenta que essas vitaminas, em geral, atuam na construção muscular, colaborando no ganho de massa magra.

O exercício físico aumenta a demanda de vitaminas e minerais, sobretudo de tiamina (B1), riboflavina (B2) e vitamina B6, o que gera a necessidade de reposição desses micronutrientes através da alimentação e, quando necessário, com a suplementação. A tiamina e a riboflavina desempenham, um papel importante no metabolismo dos carboidratos e dos aminoácidos.

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O exercício físico eleva as vias metabólicas produtoras de energia, o que aumenta a necessidade de manter níveis adequados dessas vitaminas para regular as vias energéticas, explica a nutricionista. A vitamina B6, por sua vez, atua na quebra de aminoácidos pelo metabolismo de proteínas, o que permite a obtenção de energia e convertendo o ácido ático em glicose pelo fígado, contribuindo também para amenizar a fadiga muscular.

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Redação Webrun

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