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Síndrome do impacto posterior no tornozelo: saiba como tratar

Não é apenas na corrida que o o problema está presente, veja seus sintomas

Foto: Monika Wisniewska/ Fotolia

Foto: Monika Wisniewska/ Fotolia

Não é raro o praticante de corrida sofrer com algum problema nos tornozelos, isso porque essa parte do corpo é uma das que mais absorve o impacto dos movimentos esportivos e por isso é mais sujeita a lesões. Uma muito comum, que pode aparecer com dor na parte de trás do tornozelo é a síndrome do impacto posterior do tornozelo (SIPT).  A ortopedista Ana Paula Simões falou sobre o problema, confira:

O que é?

É uma lesão que atinge a região de partes moles posterior ou no segmento ósseo do lado interno do tornozelo, localizado na parte inferior da tíbia. A síndrome, também chamada de síndrome do pinçamento posterior e síndrome do “os trigonum”, é mais frequente em praticantes de modalidade onde o tornozelo é bastante usado.

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Sintomas

O primeiro sintoma é uma dor aguda que pode surgir após uma flexão de tornozelo, um movimento errado ou repetitivo. Os indícios também podem ser externos como:

– Vermelhidão

– Inchaço

Além de dificuldade para conseguir apontar os dedos dos pés e pé para baixo, sensação de calor internamente no tornozelo posterior e dor ao correr, saltar, descer ou subir escadas.

É SIPT ou não?

Não é toda dor nessa região que caracteriza a lesão, até porque o tornozelo pode sofrer com muitos outros problemas, como inflamações nos tendões, bursite, artrite e até mesmo artrose. O diagnóstico preciso é obtido apenas após a consulta com um especialista, dessa forma a síndrome poderá ser tratada da melhor maneira.

Tratamento

O tratamento, a princípio, tem como objetivo o controle da dor e inflamação, para isso é necessária a diminuição, ou até uma pausa nos treinamentos. A imobilização do tornozelo, a fisioterapia e a intervenção cirúrgica também podem ser indicadas, de acordo com a gravidade.

Em geral, os pacientes fazem o uso de medicamentos, massagem, gelo e estimulação elétrica, tudo a fim de amenizar os sintomas, sem perder o equilíbrio e a amplitude dos movimentos considerados normais.

Após esse período de tratamento, é recomendado que o atleta parta para o fortalecimento dos músculos do tornozelo para diminuir o risco de problemas futuros e acelerar a volta ao esporte sem muitos prejuízos.

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Carolina Abrantes
Estudante de jornalismo, já metida a repórter. Encantada pelo mundo dos esportes e pela forma como eles podem mudar a vida das pessoas.
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