Sol forte dificultou, mas não desanimou atletas nas Dez Milhas

E o domingo (18) foi dia da 27ª edição das Dez Milhas Garoto, prova que larga na cidade de Vitória, Espírito Santo, atravessa a famosa Ponte Deputato Darcy Castello de Mendonça, mais conhecida como Terceira Ponte e termina na cidade de Vila Velha.

Dez mil corredores aceitaram o desafio e participaram da prova, entre eles estavam os dois atletas favoritos ao título: o queniano Joseph Kachapin Aperumoi e o brasileiro Giovani dos Santos.

A largada foi dada às 8h para a elite masculina e todo o pelotão geral. A disputa ficou mesmo entre esses dois corredores, Joseph e Giovani, que durante todo percurso trocaram posições. A colocação foi decidida no Sprint final e o queniano Aperumoi levou a melhor, com o tempo de 47min29. “Estava realmente muito quente a prova, mas treinei demais para conseguir esse resultado e estou satisfeito! Agora vou comer muito chocolate”, conta.

Foto: Christina Volpe/Webrun Foto: Christina Volpe/Webrun

Giovani ficou apenas há dois segundos do título e agora estava focado em comer todo os chocolates Batons que pudesse. Ele finalizou em 47min31. “Eu estava confortável na prova, mas Joseph veio mais descansado que eu. Os atletas quenianos costumam vir ao Brasil somente competir em algumas provas e ficam revezando entre eles, assim tem mais tempo de descanso e preparação. Procurei fazer o meu melhor”.

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Completando o pódio tivemos outro brasileiro, Edmilson dos Reis Santana que finalizou a prova em 48min57. “A prova foi muito dura, senti calor mas consegui me recuperar na decida da ponte. Vim de uma lesão e estava há dois anos parado, essa foi minha prova de estreia, então estou feliz com o resultado”, diz.

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Mulheres

Entre as mulheres a vitória também foi estrangeira, terminando com Consolata Cerotich na primeira colocação, com o tempo de 59min49. “Estou muito feliz, o lugar é lindo e as pessoas simpáticas. As dificuldades da prova, sem dúvida, foram o calor e a umidade”. A queniana até arriscou um português quando perguntada se ia comer chocolate. “Vou comer muito”, disse sorridente.

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Kleidiane Barbosa foi a melhor brasileira, finalizando com o tempo de 1h00min30. “Largamos forte desde o primeiro km, mas é como eu digo: a corrida só termina ao cruzarmos a linha de chegada. Nem acredito que fui a primeira brasileira, só consigo pensar em tudo que fiz para estar aqui hoje. Ver meu trabalho dando certo faz toda a diferença e sei que hoje todos podem conseguir o que querem, basta acreditar e ir atrás”, diz.

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A completando o pódio tivemos Norren Jebich Kimutai, com 1h02min39. “Estava preparada para uma corrida mais forte, mas a umidade atrapalhou”.

Este texto foi escrito por: Christina Volpe

Redação Webrun

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