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Volta à Ilha: Confira como foi a parte final

Os corredores sofreram com o trânsito de carros de apoio (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)
Os corredores sofreram com o trânsito de carros de apoio (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)

Florianópolis – Desde as 4h desse sábado (14) acontece em Florianópolis (SC) a 12ª edição da Volta à Ilha, prova de revezamento com distância total de 150 quilômetros. Depois de enfrentar dunas, ladeiras, água do mar, areia fofa, entre outros desafios, os atletas partiram para os últimos trechos do percurso, em Pântano do Sul, na Base Aérea da cidade, Aeroporto e Avenida Beira Mar Norte.

Logo na entrada do Posto de Controle localizado em Pântano do Sul, os corredores se depararam com um problema típico do cotidiano das grandes cidades: o trânsito. Esse fato foi causado pelo grande número de veículos de apoio que se concentrava no local, que a todo momento tentavam cruzar a estreita pista, por onde passavam os atletas.

Jair Aparecido, após passar o bastão para seu companheiro na Base Áerea de Florianópolis, comenta sobre os problemas do tráfego. “O trânsito atrapalhou, a maioria das pessoas não pára o carro para o corredor passar e se eu não circulasse pelo acostamento poderia ter sido atropelado”. Ofegante pelo esforço exercido durante a prova, ele deu o máximo de si por se tratar do último trajeto que faria.

Sofrimentos – Henrique dos Santos, que nunca tinha corrido na areia, sentiu na pele o alto nível da competição. “Corri o trecho 13 (Santinho/ Moçambique) onde tinha muita areia fofa e depois o trecho 19 (Pântano do Sul/ Estrada do Sertão) , com muita lama. Nunca corri percursos tão difíceis”, comenta o atleta, que se contundiu e teve a participação no próximo trecho prejudicada.

Quem também teve problemas foi o carro da equipe Bona Fun 2, que assim como outros veículos de apoio quase ficou atolado, pois a lama deixou o trajeto para a Estrada do Sertão bem escorregadio. Problemas à parte, o “hermano” Diego Peña, integrante da equipe, participa da prova pelo segundo ano e comenta que adora a competição. “É difícil, principalmente pelas dunas em Santinho, mas eu gosto muito”. Apesar de ser natural da Argentina, ele mora no Brasil há cinco anos.

Porém, nem só de sofrimento é feita a Volta Ilha, que tem alguns percursos leves. É o caso da parte escolhida por Marco Flávio, a de número 21 (Ribeirão da Ilha/ Base Aérea), um trajeto leve, com calçamento e asfalto. “Sou corredor de aventura e não estava nos meus melhores treinos, então pedi para correr o trecho mais fácil. O clima ajudou bastante, com a chuva que ajudou a esfriar”

A competição terminou no mesmo local da largada, a Avenida Beira Mar, sendo que a primeira equipe chegou por volta das 16h e a última após as 21h.

Este texto foi escrito por: Alexandre Koda

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